Divisores

Divisores-

2- Os números onde podemos dividir por dois é aquele que são par.

3- São os números que somando-os encontramos na tabuada do 3.

5- Números que terminam com 5 ou 0.

10- Números que terminam em 0.

Mineração no Brasil Colônia

Condicionantes da mineração – Até o século XVII, a economia açucareira era a atividade predominante da colônia e o interesse metropolitano estava inteiramente voltado para o seu desenvolvimento. Porém, a partir de meados do século XVII, o açúcar brasileiro sofreu a forte concorrência antilhana, claro, os holandeses, uma vez “expulsos” passaram a produzir em suas colônias no Caribe, fazendo com que a Coroa portuguesa voltasse a estimular a descoberta de metais.
Os paulistas, que conheciam bem o sertão, iriam desempenhar um papel importante nessa nova fase da história colonial. Já em 1674, destacou-se a bandeira de Fernão Dias Pais, que, apesar de não ter descoberto metais preciosos, serviu para indicar o caminho para o interior de Minas. Poucos anos depois, a bandeira de Bartolomeu Bueno da Silva – o Anhangüera – abriria caminho para o Brasil central (Goiás e Mato Grosso).

Descoberta do ouro e povoamento – A pro­cura de metais preciosos no Brasil era bem antiga e datava do início da colonização, sobretudo depois da descoberta da rica mina de prata de Potosí, em 1545, na atual Bolívia. A criação do governo-geral em 1548, e a sua instalação no ano seguinte, foi um reflexo daquela descoberta.
De fato, diversas foram as “entradas” (expedições sertanistas oficiais) que partiram da Bahia, Espírito Santo, Ceará, Sergipe e Pernambuco para o interior.
Os principais exploradores do sertão, foram os paulistas. Com um irrisório apoio oficial, Fernão Dias Pais partiu em 1674 para o sertão, onde permaneceu por seis anos, chegando ao Jequitinhonha. Porém, não descobriu nada de valor. Em 1681 encontrou turmalinas acreditando serem esmeraldas.
Contudo, durante os anos em que permaneceu no sertão, desbravou grande parte do interior das Gerais e abriu caminho para futuras descobertas de importância.
Costuma-se atribuir o início da mineração à descoberta do ouro feita por Antônio Rodrigues Arzão, em 1693, embora a corrida do ouro começasse efetivamente com a descoberta das minas de Ouro Preto por Antônio Dias de Oliveira, em 1698.
Além de se difundir pelo Brasil, a notícia chegou a Portugal através da correspondência dos governadores ao rei.
De diversos pontos do Brasil começou a chegar grande quantidade de aventureiros, ávidos de rápido enriquecimento. Mesmo de Portugal vieram, a cada ano, cerca de 10 mil pessoas, durante sessenta anos.
A primeira conseqüência desse deslocamento maciço da população para as regiões das minas foi a grave carestia, que se tornou particularmente catastrófica nos anos 1697­ – 1698 e, novamente, em 1700 – 1701. O jesuíta Antonil, que viveu nesse tempo, escreveu que os mineiros morriam à míngua, “com uma espiga de milho na mão, sem terem outro sustento”.


Biografia de Howard Phillips Lovecraft

Howard Phillips Lovecraft (Providence20 de Agosto de 1890  — Providence, 15 de Março de 1937) foi um escritor norte-americano que revolucionou o gênero de terror, atribuindo-lhe elementos fantásticos que são típicos dos gêneros de fantasia e ficção científica.
O princípio literário de Lovecraft era o que ele chamava de "Cosmicismo" ou "Terror Cósmico", que resume-se à ideia de que a vida é incompreensível ao ser humano, e de que o universo é infinitamente hostil aos interesses do homem. Isto posto, suas obras expressam uma profunda indiferença às crenças e atividades humanas. H.P Lovecraft originou o ciclo de histórias que posteriormente passaram a ser categorizadas no denominado Cthulhu Mythos e também criou o fictício grimório Necronomicon, supostamente vinculado ao astrônomo e ocultista britânico do século XVIJohn Dee. Ao decorrer de suas criações, Lovecraft criou um panteão de entidades extremamente anti-humanas que, em suas histórias, geralmente podem ser contatadas através doNecronomicon.
Os seus trabalhos foram profundamente pessimistas e cínicos, muitas vezes desafiando os valores do Iluminismo, do Romantismo, do Cristianismo e do Humanismo1 2 . Os protagonistas de Lovecraft eram o oposto dos tradicionais gnose e misticismo por momentaneamente anteverem o horror da última realidade e do abismo.
Era assumidamente conservador e anglófilo (o que pode ser observado em seu poema An American To Mother England3 , publicado em janeiro de 19164 ), o que explica o porquê de ter sido habitual em seu estilo o emprêgo de arcaísmos e a utilização de vocabulário e ortografia marcadamente britânicos - fato que contribui para aumentar a atmosfera de seus contos, pois muitos deles (por exemplo, O caso de Charles Dexter Ward) contêm referências a personagens que viveram antes da independência das Treze Colónias, bem como a estabelecimentos comerciais existentes entre os séculos XVII e XVIII.
Durante a sua vida teve um número relativamente pequeno de leitores, no entanto sua reputação cresceu com o passar das décadas, e ele agora é considerado um dos escritores de terror mais influentes do século XX. De acordo com Joyce Carol Oates, Lovecraft, como aconteceu com Edgar Allan Poe no século XIX, tem exercido "uma influência incalculável sobre sucessivas gerações de escritores de ficção de horror" 5 ,Stephen King chamou Lovecraft de "o maior praticante do século XX do conto de horror clássic.


História da Capoeira Origem da palavra capoeira, cultura afro-brasileira, luta, funções sociais, como começou a capoeira, proibição, transformação em esporte nacional, os estilos

Raízes africanas

A história da capoeira começa no
século XVI, na época em que o
Brasil era colônia de Portugal. A
mão-de-obra escrava africana foi
muito utilizada no Brasil,
principalmente nos engenhos
(fazendas produtoras de açúcar) do
nordeste brasileiro. Muitos destes
escravos vinham da região de
Angola, também colônia portuguesa.
Os angolanos, na África, faziam
muitas danças ao som de músicas.

No Brasil

Ao chegarem ao Brasil, os africanos
perceberam a necessidade de
desenvolver formas de proteção
contra a violência e repressão dos
colonizadores brasileiros. Eram
constantemente alvos de práticas
violentas e castigos dos senhores de
engenho. Quando fugiam das
fazendas, eram perseguidos pelos
capitães-do-mato, que tinham uma
maneira de captura muito violenta.
Os senhores de engenho proibiam
os escravos de praticar qualquer
tipo de luta. Logo, os escravos
utilizaram o ritmo e os movimentos
de suas danças africanas, adaptando
a um tipo de luta. Surgia assim a
capoeira, uma arte marcial
disfarçada de dança. Foi um
instrumento importante da
resistência cultural e física dos
escravos brasileiros.
A prática da capoeira ocorria em
terreiros próximos às senzalas
(galpões que serviam de dormitório
para os escravos) e tinha como
funções principais à manutenção da
cultura, o alívio do estresse do
trabalho e a manutenção da saúde
física. Muitas vezes, as lutas
ocorriam em campos com pequenos
arbustos, chamados na época de
capoeira ou capoeirão. Do nome
deste lugar surgiu o nome desta
luta.
Até o ano de 1930, a prática da
capoeira ficou proibida no Brasil,
pois era vista como uma prática
violenta e subversiva. A polícia
recebia orientações para prender os
capoeiristas que praticavam esta
luta. Em 1930, um importante
capoeirista brasileiro, mestre
Bimba, apresentou a luta para o
então presidente Getúlio Vargas. O
presidente gostou tanto desta arte
que a transformou em esporte
nacional brasileiro.

Três estilos da capoeira

A capoeira possui três estilos que se
diferenciam nos movimentos e no
ritmo musical de acompanhamento.
O estilo mais antigo, criado na
época da escravidão, é a capoeira
angola. As principais características
deste estilo são: ritmo musical
lento, golpes jogados mais baixos
(próximos ao solo) e muita malícia.
O estilo regional caracteriza-se pela
mistura da malícia da capoeira
angola com o jogo rápido de
movimentos, ao som do berimbau.
Os golpes são rápidos e secos, sendo
que as acrobacias não são
utilizadas. Já o terceiro tipo de
capoeira é o contemporâneo, que
une um pouco dos dois primeiros
estilos. Este último estilo de
capoeira é o mais praticado na
atualidade.

Você sabia?

- É comemorado em 3 de agosto o
Dia do Capoeirista.

História do Dinheiro do Brasil História do Dinheiro do Brasil, nomes das moedas que circularam no Brasil

Introdução

Na época colonial, circulavam
poucas moedas pelo território
brasileiro. A economia era baseada
principalmente a base de trocas,
usando produtos de valor (algodão,
açúcar e fumo). As poucas moedas
que circulavam aqui eram cunhadas
em Portugal.

Nomes das moedas que
circularam no Brasil

- REAL : nome da moeda que
vigorou no Brasil desde o início da
colonização (1500) até 1942.

- CRUZEIRO: criado no governo do
presidente Getúlio Vargas, em 5 de
outubro de 1942. Ao criar o
Cruzeiro, o governo realizou o corte
de zeros e estabeleceu que cada
Cruzeiro equivaleria a mil réis.

- CRUZEIRO NOVO: entrou em
circulação em 13 de fevereiro de
1967, durante o regime militar.
Circulou até 14 de maio de 1970.
Durante sua implantação, o
Cruzeiro perdeu três zeros.

- CRUZEIRO: voltou em 15 de maio
de 1970, sem corte de zeros.

- CRUZADO: entrou em circulação
em 28 de fevereiro de 1986, durante
o Plano Cruzado no governo de José
Sarney. Houve o corte de três zeros
em relação ao Cruzeiro.

- CRUZADO NOVO: novamente, em
função da inflação elevada, houve a
criação de uma nova moeda e o
corte de três zeros em relação a
moeda anterior. Entrou em
circulação em 16 de janeiro de
1989.

- CRUZEIRO: em 16 de março de
1990, durante o primeiro ano do
Governo de Fernando Collor, a
moeda retomou o nome de
Cruzeiro. Nesta mudança não
ocorreu corte de zeros.

- CRUZEIRO REAL: já em preparação
para o Plano Real, o governo de
Itamar Franco criou o Cruzeiro Real
que entrou em circulação em 1 de
agosto de 1993. Houve o corte de
três zeros.

- REAL: moeda que entrou em
circulação em 1 de julho de 1994,
durante o Plano Real, implementado
no governo de Itamar Franco. Os
brasileiros tiveram que trocar a
moeda antiga pela nova (2.750
Cruzeiros Reais por 1 Real). O Real
(R$) é a moeda em circulação até
os dias de hoje.

Tabelas e estatísticas

        


                

Existe vários exemplos de de tabelas e estatísticas, e estes é exemplos de estatísticas!!!


Abdicação de D.Pedro I

Após a Declaração da Independência, em 1822, esperava-se que D.Pedro I tivesse um reinado no Brasil cada vez mais distanciado dos interesses de Portugal. Todavia, no fundo tudo continuava do mesmo jeito de antes: os negros continuariam na condição de escravos e as elites agrárias ainda eram favorecidas pelo governo monarquista.
D. Pedro I arriscou várias tentativas de, pelo menos, mostrar que estava fazendo serviço a favor da independência do Brasil. Mas fracassou ao criar a Assembleia Constituinte em 1823 e não obedeceu à risca os termos da Constituição de 1824, que exigia um governo liberal do império; durante seu mandato, o governo sempre fora autoritário.
Neste momento, Portugal vivia uma crise financeira estarrecedora, graças às fraquezas administrativas do reinado de D. Miguel. A imprensa argumentava que D. Pedro estava preocupado com o antigo país colonizador e cogitava assumir o trono por lá também. Para os brasileiros, esse ato era impensável pois, se o imperador estava comprometido com a independência do país, tinha o dever de deixar Portugal de lado.
Os rumores da sucessão do trono em Portugal ganharam amplitude quando o jornalista oposicionista, Líbero Badaró, foi assassinado em 1830. Sua morte foi atribuída ao regime autoritário de D. Pedro I, o que causou mais desgaste na população brasileira acerca de seu mandato.
Revoltados com a decepcionante condução política do imperador, os opositores do Rio de Janeiro se organizam e travam uma violenta batalha contra os portugueses, em março de 1831, no episódio que ficou conhecido como noite das garrafadas.
A aversão à D. Pedro I se intensifica ainda mais, com opositores desafiando as leis políticas implantadas por ele e o aumento dos tumultos de moradores contrários ao regime nas ruas.
Esses atos enfraquecem o alicerce político do imperador, que foi perdendo apoio dos ministros e pressionado a sair do cargo. No dia 7 de abril de 1831, D. Pedro abdica do cargo de imperador, retorna à Europa e deixa o trono para seu filho Pedro, de 5 anos.